Escola Brasileira ameaçada?


O que já foi uma hegemonia na F1, não passa hoje de uma nação de bons pilotos. Nelsinho que se despediu da F1, ao menos por este ano, não foi mais além por ser considerado um "péssimo segundo piloto" por Briatore.


Rubinho já conhece a tempos como ser um bom escudeiro de seu companheiro de equipe, seja ele alemão ou britânico.

Massa teve seus bons momentos, ano passado, diga-se de passagem, mas já teve que obedecer ordens de seus superiores.

Temos bons pilotos surgindo sempre de uma classe elitizada, onde alguns chegam, e poucos ficam. Bruno Senna não deixa de ser a próxima esperança brasileira, acompanhado de Lucas Di Grassi, deve estrear no ano que vem na F1, mas começará como um mero segundo piloto.

O problema é que a escola brasileira já não consegue mais formar campeões, apenas corredores. Não cito a infelicidade de Massa no ano passado por estar a quatro anos na Ferrari e disputar apnas um título.

Esperamos que Bruno faça um bom primeiro ano, seja na Brawn, Mercedes, ou outra equipe nova e possa se tornar um piloto digno do primeiro cockpit.

Em tempo, parabéns ao Rubens pela centésima vitória brasileira, a décima em sua longa trilhada. Show a parte, esperamos que ele supere Button nas próximas corridas ou continuará a servir o Inglês.

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