fonte: fcbarcelona.com
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Depois de ganhar todos os títulos disputados deste a última temporada, a equipe do Barcelona mostrou neste meio de semana que não é imbatível.
No jogo contra a Inter de Milão, válido pela 1ª rodada da fase de grupos da Liga dos Campeões da Europa, o time espanhol ressaltou sua grande fraqueza.
Basta o adversário apenas se defender e desistir de atacar. Pronto! Para os que queriam a fórmula mágica eu encontrei.
O jogo do Barça não se encaixa contra equipes que utilizem defesas baixas (entendam baixas como defesas que não sobem até o meio de campo para marcar os atacantes).
O sistema de jogo, implantado por Frank Rijkaard e melhorado por Pep Guardiola, funciona perfeitamente nos jogos contra times do campeonato espanhol onde todos jogam fazendo linha de impedimento quase no meio de campo.
Basta uma troca de passes com qualidade para que os jogadores apareçam livres frente a frente com o gol.
Não é tudo tão simples assim, mas é clara a dificuldade que o Barça encontra contra equipes que venham de outra escola de futebol.
Vejam três exemplos disso:
2009/2010 – Liga dos Campeões - Inter 0 x 0 Barcelona: Um dos jogos mais fracos dos últimos anos. O Barça encontrou um adversário que apesar de jogar em casa priorizou a defesa, aliás, se contentou em apenas se defender. O time italiano concentrava sua marcação na entrada da área e assim diminuía o espaço para as jogadas de ataque do Barcelona.
O que foi mais surpreendente neste jogo foi o desespero do Barça nos momentos de pouca criação ofensiva. Tudo no ataque se resumia a cruzamentos para a área.
Nesse momento eu reparei que não são apenas nossas equipes tupiniquins que começam a tentar chuveirinhos no final dos jogos que estão indo para o limbo.
2008/2009 - Liga dos Campeões – Chelsea 1 x 1 Barcelona: Os times ingleses têm como característica fazer uma marcação com duas linhas de quatro. Os jogadores vão catando cavaco e depois começam uma coreografia. Ops... Isso era um pedaço de outro post que estou escrevendo no meu blog de dança.
Mas recapitulando, os times ingleses adotam um sistema de marcação semelhante ao espanhol. As defesas jogam muito avançadas, porém a grande diferença está no de meio de campo.
Enquanto equipes espanholas jogam com um volante e contenção e três jogadores na criação, as equipes inglesas jogam com quatro jogadores marcando e atacando.
Isso dificultou muito para o Barça que não encontra espaços para que suas trocas de bola rápidas pelo meio sejam incisivas.
No final deste jogo o Barça se classificou por causa do gol marcado fora de casa aos 47 do segundo tempo.
2006/2007 – Mundial Interclubes - Internacional x Barcelona: O Barcelona jamais esperaria enfrentar uma equipe brasileira jogando toda recuada. Para os que se lembram bastou um contra ataque para que o espetacular Adriano Gabiru estabelecesse a primeira crise da era Rijkaard/Ronaldinho.
No jogo contra a Inter de Milão, válido pela 1ª rodada da fase de grupos da Liga dos Campeões da Europa, o time espanhol ressaltou sua grande fraqueza.
Basta o adversário apenas se defender e desistir de atacar. Pronto! Para os que queriam a fórmula mágica eu encontrei.
O jogo do Barça não se encaixa contra equipes que utilizem defesas baixas (entendam baixas como defesas que não sobem até o meio de campo para marcar os atacantes).
O sistema de jogo, implantado por Frank Rijkaard e melhorado por Pep Guardiola, funciona perfeitamente nos jogos contra times do campeonato espanhol onde todos jogam fazendo linha de impedimento quase no meio de campo.
Basta uma troca de passes com qualidade para que os jogadores apareçam livres frente a frente com o gol.
Não é tudo tão simples assim, mas é clara a dificuldade que o Barça encontra contra equipes que venham de outra escola de futebol.
Vejam três exemplos disso:
2009/2010 – Liga dos Campeões - Inter 0 x 0 Barcelona: Um dos jogos mais fracos dos últimos anos. O Barça encontrou um adversário que apesar de jogar em casa priorizou a defesa, aliás, se contentou em apenas se defender. O time italiano concentrava sua marcação na entrada da área e assim diminuía o espaço para as jogadas de ataque do Barcelona.
O que foi mais surpreendente neste jogo foi o desespero do Barça nos momentos de pouca criação ofensiva. Tudo no ataque se resumia a cruzamentos para a área.
Nesse momento eu reparei que não são apenas nossas equipes tupiniquins que começam a tentar chuveirinhos no final dos jogos que estão indo para o limbo.
2008/2009 - Liga dos Campeões – Chelsea 1 x 1 Barcelona: Os times ingleses têm como característica fazer uma marcação com duas linhas de quatro. Os jogadores vão catando cavaco e depois começam uma coreografia. Ops... Isso era um pedaço de outro post que estou escrevendo no meu blog de dança.
Mas recapitulando, os times ingleses adotam um sistema de marcação semelhante ao espanhol. As defesas jogam muito avançadas, porém a grande diferença está no de meio de campo.
Enquanto equipes espanholas jogam com um volante e contenção e três jogadores na criação, as equipes inglesas jogam com quatro jogadores marcando e atacando.
Isso dificultou muito para o Barça que não encontra espaços para que suas trocas de bola rápidas pelo meio sejam incisivas.
No final deste jogo o Barça se classificou por causa do gol marcado fora de casa aos 47 do segundo tempo.
2006/2007 – Mundial Interclubes - Internacional x Barcelona: O Barcelona jamais esperaria enfrentar uma equipe brasileira jogando toda recuada. Para os que se lembram bastou um contra ataque para que o espetacular Adriano Gabiru estabelecesse a primeira crise da era Rijkaard/Ronaldinho.
Perfeição na Espanha
Como citado acima as dificuldades do Barcelona estarão em escolas diferente da Europa, na Espanha tudo continua na rotina.
No jogo finalizado há poucos minutos o Barcelona derrotou a equipe do Atlético de Madrid por 5 x 2 e segue com 100% de aproveitamento. Três jogos três vitórias.
Para os que acompanharam a partida assistiram um jogo sem graça nenhuma. Depois que o Barça fez 4 x 0 no primeiro tempo dava até de los colchoneros.
Nesta partida também foi possível ver a inversão de posição entre Ibrahimovic e Henry.
Pep Guardiola parece não estar satisfeito com o desempenho de Ibra como centroavante.
Seria esta uma pequena amostra de arrependimento por ter deixado Eto’o sair para comprar um jogador com características tão diferentes?

1 comentários:
Eu concordo plenamente com você. Já postei isso uma vez no Blog do Expresso da Bola, do Globoesporte.com
Depois do épico jogo contra o Chelsea.
Mas eles jogaram assim no primeiro jogo...nesse segundo jogo que o Iniesta fez aquele golaço. O Chelsea saiu pro ataque, não muito, mas saiu.
No Camp Nou, Lampard, Ballack, Essien e Deco, jogaram como volantes MESMO. houve apenas UM contra-ataque em que o drogba quase garantiu a vitória do Barcelona. O Chelsea forçava o erro do Barcelona na saída de bola em cima do fraquíssimo Rafa Márquez.
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